PLANO DE SAÚDE DA SANTA CASA: SEGURANÇA, CUIDADO E DIGNIDADE

Entre internações, exames e médicos dedicados, a certeza de que investir em proteção vale cada centavo

Às vezes a gente se pega pensando: pra quê ter plano de saúde, se nunca uso. Mas basta um susto, uma dor inesperada, uma emergência, para que a pergunta encontre sua resposta.

O custo de exames e internações é algo fora da realidade de quem vive do dia a dia. Eu sei bem. Já usei, e muito, o Plano de Saúde da Santa Casa. Acho até que dou prejuízo. De qualquer forma, sempre fui tratado como um rei.

A atenção no hospital é de primeira linha. Na UTI, onde já estive por várias vezes, sem comentários. Enfermagem atenciosa, médicos plantonistas de alto gabarito, e equipe de serviços gerais e alimentação super atenciosos. E o melhor, o plano paga.

Dr. Felipe Araújo Campos da Cardiovida

Foi assim em cada cateterismo, angioplastia, ecocardiograma, em absolutamente tudo, sem custo além da mensalidade que pago para ter esse privilégio. E privilégio é mesmo a palavra certa.

Escolhi o Plano da Santa Casa porque tem preços justos. Porque é daqui. E quando é preciso algo fora, o plano cobre. Minha angioplastia foi em Jaboticabal, na Cardiovida. Lá, sou atendido pelo Dr. Felipe. Um médico apaixonado pelo que faz, que ama cuidar de gente.

Já em Taquaritinga, sigo com o Dr. Wilson Guimarães. Não canso de repetir: um cardiologista preparado, de técnica impecável. Nunca errou nos meus diagnósticos. Tenho sorte. Sempre encontrei bons médicos no caminho.

Alguns poderão dizer que não é “de graça”. É verdade. Eu pago o plano. Mas desafio qualquer um a comparar: mesmo que eu pagasse a vida inteira, o valor desembolsado seria nada diante do que já precisei fazer.

No fim das contas, um plano de saúde é como um guarda-chuva: você reclama de carregar, acha que pesa, às vezes até esquece no canto. Mas quando a tempestade cai de repente, agradece por tê-lo em mãos.

Equipe da Cardiovida Jaboticabal

Marcos Bonilla – Diretor e editor-chefe do Jornal Opinião de Taquaritinga