Vereadores Luis Carlos da Vila, Juninho Previdelli, Mauro Modesto e Valmir Carrilho, tem recibo de entrega; Valcir Zacharias disse ao Opinião que não tinha celular da Câmara, pois pois usava o seu

Em entrevista ao programa Microfone Aberto, da Rádio Massa, comandado pelo radialista Auro Ferreira, o presidente da Câmara Municipal de Taquaritinga, Beto Girotto, fez um alerta sobre uma situação envolvendo os aparelhos de celular que estavam sob responsabilidade dos vereadores da legislatura anterior e que, segundo ele, não foram devidamente devolvidos ao patrimônio público.

O presidente relatou que, no mandato passado, os parlamentares tinham direito a celulares com linhas custeadas pela Câmara. No entanto, na atual gestão, os vereadores abriram mão desse benefício e as linhas foram canceladas. Apesar disso, parte dos aparelhos que deveriam ter retornado ao patrimônio da Casa não foi localizada.

“Estamos fazendo um levantamento para entender o que realmente aconteceu, porque pode ter ocorrido algum erro de registro, ou mesmo aparelhos quebrados que não foram formalmente devolvidos. Mas o fato é que ainda não temos todos os celulares no patrimônio da Câmara, explicou.

Segundo ele, até o momento apenas cinco aparelhos foram recuperados e já estão sendo encaminhados para atender demandas de postos de saúde do município, que enfrentam dificuldades de comunicação. Até o final desta publicação, os ex-vereadores Luis Carlos da Vila, Juninho Previdelli e Mauro Modesto, apresentaram ao Jornal Opinião, comprovante da devolução dos seus celulares. O vereador Valcir Zacarias declarou que não tinha celular da Câmara, pois usava o seu próprio celular. O vereador Valmir Carrilho Marciano, declarou em rede social, que devolveu o celular e tem o recibo. “Esses celulares são patrimônio público e precisam estar a serviço da população, especialmente em setores que hoje não têm telefone funcionando”, destacou o presidente.

O presidente reforçou que não pretende apontar culpados antes da conclusão da apuração, mas afirmou esperar que todos os equipamentos sejam entregues. “Se alguém não devolveu, que devolva. Neste momento, eles são muito necessários para a saúde”, concluiu.