Dr. Marcelo Mantovani encerra Simpósio da Saúde destacando a força do olhar humano, em Jboticabal
Especialista destacou a importância de reconhecer os sinais do corpo: “Precisamos escutar o corpo e interpretar seus sinais. É isso que nos permite agir antes que problemas se agravem”, destacou o especialista.

O 3º Simpósio da Saúde terminou em grande estilo com a palestra do Dr. Marcelo Mantovani, que apresentou aos participantes uma aula instigante sobre iridologia – técnica que analisa a íris para identificar sinais sobre o funcionamento do organismo.
A atividade marcou o encerramento do evento, realizado ao longo de três dias e que, neste ano, teve como tema central os impactos da Inteligência Artificial na área da saúde. Apesar de discutir tecnologias inovadoras e suas aplicações, o simpósio manteve, do início ao fim, um ponto em comum: o olhar humano como elemento indispensável no cuidado.



Durante sua exposição, Mantovani mostrou como a observação atenta dos olhos pode revelar desequilíbrios e predisposições, reforçando que a prevenção começa no autoconhecimento. “Precisamos escutar o corpo e interpretar seus sinais. É isso que nos permite agir antes que problemas se agravem”, destacou o especialista, ressaltando que tecnologia e sensibilidade podem caminhar juntas.

O simpósio contou também com debates sobre o uso de inteligência artificial em diagnósticos, segurança de procedimentos e gestão hospitalar, além de momentos culturais e dinâmicas de simulação realística. Entre os destaques dos outros dias estiveram as contribuições de profissionais como Éder de Paula, Matheus Viana, Talitta Alves, Nikson Leonard, Kelvin Luan Bueno, além da mediação do professor Lucas José em uma roda de conversa sobre IA.
Ao final, a organização celebrou os resultados alcançados e agradeceu a presença de palestrantes, participantes e apoiadores. A mensagem que permeou todas as atividades – e que ficou ainda mais evidente com as palavras de Mantovani – foi a de que, mesmo em um cenário de rápidas transformações tecnológicas, o cuidado genuíno com o outro permanece insubstituível.

