BRASIL: POTÊNCIA MILITAR

O Brasil é, de longe, a maior potência militar da América Latina, muito a frente de México e Argentina, os dois países que seguem no ranking regional. O índice é atualizado, anualmente, pela organização Global Firepower (GFP), que avalia 145 países, por meio de uma complexa análise sobre quantidade de tropas, quantidade/qualidade das armas etc.

Os investimentos em modernização e na indústria de defesa, com a Embraer Defesa e Avibras, são apontados como principais responsáveis pelo êxito do País. O fortalecimento se dá nas três Forças: a crescente frota da FAB, com a aquisição/desenvolvimento de 36 caças supersônicos Gripen E e do moderno cargueiro KC-390; os novos submarinos, novas fragatas e porta-helicópteros da Marinha; e o Exército com blindados, artilharia e mísseis, com ênfase nos sistemas de foguetes ASTROS.

Na classificação de 2025, muito atrás do Brasil, vêm México e Argentina, seguidos por Colômbia e Chile. O Brasil se destaca, também, em nível mundial, à frente de Alemanha, Israel e Espanha. Para se ter uma ideia, o Brasil ocupa a 11.ª posição no ranking global, enquanto México e Argentina ocupam a 32.ª e 33.ª posições, respectivamente.

FORÇA ÁREA ARGENTINA
O vizinho ficou, nas últimas décadas, praticamente sem defesa aérea, aposentando os últimos caças subsônicos Douglas A-4 Skyhawk. Agora, a Força Aérea começou um programa de recuperação, que envolve a compra de 24 caças supersônicos F-16 Fighting Falcon, usados, da Dinamarca. É um avanço, mas sem alterar a correlação de forças.

CONCLUSÃO
O Brasil não busca poder ofensivo e sim uma posição de respeito no cenário global, sem se afastar da tradição pacifista. Como diz o provérbio latino: “Si vis pacem, para bellum”, que significa “Se queres a paz, prepara-te para a guerra”.

(Com: Global Firepower; Sociedade Militar; Poder Aéreo e agências).