Trump ataca a Venezuela e anuncia captura de Maduro

Presidente dos EUA confirma ofensiva militar de madrugada e afirma que líder venezuelano foi capturado

Na madrugada desta sexta-feira, dia 3 de janeiro, às 1h50, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou um ataque militar direto contra a Venezuela, afirmando que a operação resultou na captura de Nicolás Maduro, presidente do país sul-americano.

Segundo informações iniciais, os ataques ocorreram durante a madrugada, atingindo instalações militares, aeroportos e áreas estratégicas, inclusive na capital Caracas, além dos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Moradores relataram que foram acordados por fortes explosões, colunas de fumaça e incêndios visíveis à distância, gerando pânico entre a população civil.

O governo norte-americano justificou a ação alegando que a Venezuela seria um “Estado narcotraficante”, acusando diretamente Nicolás Maduro e membros de seu governo de envolvimento com o narcotráfico internacional. A ofensiva, segundo Washington, faria parte de uma “guerra contra o narcotráfico”, com o objetivo declarado de proteger a população dos Estados Unidos.

Enquanto isso, autoridades venezuelanas decretaram estado de emergência, e ainda não há informações oficiais sobre o local exato onde Maduro estaria detido. Correspondentes internacionais relataram danos significativos em estruturas estratégicas, embora a extensão total das perdas ainda esteja sendo avaliada.

A reação internacional foi imediata. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, manifestou-se nas redes sociais rejeitando qualquer ação militar unilateral que coloque civis em risco, defendendo uma solução diplomática para a crise.

Até o momento, o governo brasileiro não divulgou nota oficial. A expectativa é que o episódio seja levado ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, onde deverá provocar intenso debate diplomático nas próximas horas.

A situação segue em rápida evolução, com o mundo acompanhando atentamente os desdobramentos de um dos mais graves confrontos internacionais dos últimos anos.

Fonte: CNN; Exame; BBC; O Globo