Prefeito detalha limites financeiros e responde sobre a situação do asfalto das ruas de Taquaritinga em reunião na Câmara

Perguntado sobre a questão dos buracos, o prefeito teria dito: “A população já sabe onde estão os buracos, vão desviando até que tenha alguma solução”.

Em sua primeira ida à Câmara Municipal em 2026, o prefeito de Taquaritinga, Dr. Fulvio Zuppani, reuniu-se na manhã de sexta-feira (9) com vereadores para apresentar as metas administrativas do ano e explicar as restrições orçamentárias enfrentadas pelo município.

Durante o encontro, o prefeito afirmou que a administração seguirá uma linha de austeridade, com foco exclusivo em áreas essenciais, como Saúde e Educação, além de investimentos pontuais somente quando houver verbas específicas. Segundo ele, a prioridade é honrar compromissos, manter o equilíbrio fiscal e não ampliar o endividamento, criando condições para a recuperação financeira no médio prazo.

Pergunta e resposta sobre os buracos

Questionado por um vereador sobre a situação dos buracos nas vias públicas e a possibilidade de ações imediatas da Prefeitura, o prefeito teria respondido de forma objetiva: “Não tem condições de tapar os buracos. A população já sabe onde estão os buracos, vão desviando até que tenha alguma solução ou que os vereadores corram atras dos seus deputados para conseguir verba para resolver este problema”.

Compareceram os seguintes vereadores:

Participaram da reunião o presidente da Câmara, Beto Girotto (MDB) e os vereadores Dr. Armando Peria (MDB), Meire Mazzini (PL), Véio Modesto (PSD), Fernandinho Cabeleireiro (PT), Lívia Zuppani (MDB), Arnaldo Baptista (MDB), Gabriel Belarmino (PL), Jhow Adorno (PRD), Marcelo Marinho (REPUBLICANOS), Maria Azevedo (PL) e Raimundo do Rancho (PSDB). Também estiveram presentes o vice-prefeito Roberto Palomino, o superintendente do SAAET, Júlio Raposo, e o secretário municipal de Gestão, Samir Ribeiro.

Não compareceram os vereadores: Baixinho do Posto (NOVO), Mirian Ponzio (PT) e Delo Bate Bola (UNIÃO).

O encontro reforçou o diálogo institucional entre Executivo e Legislativo, mas deixou claro que 2026 será marcado por contenção de gastos, dependência de recursos externos e decisões baseadas em responsabilidade fiscal.