Prefeitura rebate versão de empresária e afirma que prazo foi concedido para regularização
Secretária de Obras afirma que bar está totalmente irregular e contesta declarações no Canal Um é Notícias sobre proibição de música ao vivo

A Prefeitura apresentou seu contraponto oficial às acusações feitas pela empresária Laís Suith da Cruz, proprietária do bar Quintal do Villa’s, que declarou no programa Canal Um é Notícias que não teria recebido prazo para regularizar a situação do estabelecimento. Segundo a administração municipal, a informação não corresponde à realidade.

Ao Jornal Opinião, Bruna Borelli, secretária de Obras do município, afirmou que o local opera em situação completamente irregular e que, mesmo assim, houve tolerância inicial por parte do poder público. “Demos uma chance para ela apenas parar os shows e trocar o AVCB. Portanto, não é verdadeira a afirmação de que não demos prazo”, declarou.
De acordo com a secretária, o estabelecimento não poderia sequer estar funcionando, já que o laudo de vistoria do Corpo de Bombeiros está em nome de outra empresa, o que configura irregularidade grave. A secretária relatou que o conflito se intensificou após a instalação, em outra ocasião, de gradil no meio da rua, fato que motivou fiscalização mais rigorosa. Bruna Borelli reforça que a empresária teve tempo suficiente para se adequar às exigências legais e que a Prefeitura tentou resolver a situação de forma amigável.
“No caso dela, ela não pode nem abrir o estabelecimento. Nós estamos dando uma chance para ela, é isso que está acontecendo”, afirma. A secretária sustenta ainda, que o bar é, atualmente, o mais irregular entre os fiscalizados e que não houve avanço porque a empresária não cumpriu as exigências do Corpo de Bombeiros, como a troca de CNPJ, a regularização do AVCB e a apresentação de projetos técnicos.
Ainda segundo a secretária, enquanto outros estabelecimentos atenderam às normas e seguem funcionando normalmente, inclusive com música ao vivo, o problema persiste apenas no Quintal do Villas.
A Prefeitura afirma que, diante da falta de providências, novas medidas podem ser tomadas, incluindo a interdição do local, reforçando que a atuação do município segue critérios técnicos e legais.

