Taquaritinga confirma duas mortes por Covid-19 e mantém alerta contra a dengue

Município registra 72 casos positivos de Covid, enquanto dengue tem cinco confirmações; diretor do Demcove reforça prevenção

Taquaritinga confirmou duas mortes por Covid-19 neste mês de fevereiro. A informação foi divulgada pelo diretor do Demcove, Fabrício Araújo, durante entrevista no programa Microfone Aberto, da Rádio Massa, que tem como âncora o jornalista Auro Ferreira. Segundo ele, o óbito mais recente foi de uma idosa de 96 anos, com comorbidades. O primeiro caso foi de um homem, cuja idade não foi informada.

Atualmente, o município contabiliza 72 casos positivos de Covid-19. Havia uma pessoa em isolamento, mas já foi liberada após o período recomendado. O boletim mais recente também aponta 49 casos negativos, totalizando 121 notificações.

Fabrício alertou que o reflexo do período de Carnaval ainda pode impactar os números, já que os sintomas costumam surgir entre quatro e cinco dias após o contato com o vírus. Ele reforçou que pessoas com síndrome gripal devem usar máscara, especialmente no ambiente de trabalho, e procurar atendimento médico em caso de agravamento.

“Se testar positivo, a orientação é isolamento de cinco a sete dias. A prevenção ainda é o melhor caminho”, destacou.

Dengue preocupa com período de chuvas

Apesar do cenário atual ser considerado estável, a dengue acende sinal de alerta. Conforme o diretor, Taquaritinga registra cinco casos positivos confirmados até o momento — dois em janeiro e três em fevereiro, além de 53 casos negativos.

O número é significativamente menor em comparação ao mesmo período do ano passado, quando o município já ultrapassava mil casos. Em 2024, foram registrados 2.630 casos positivos. Já em 2023, a cidade enfrentou uma epidemia com mais de 10 mil casos e 12 mortes, situação que marcou o histórico recente da saúde pública local.

Segundo Fabrício, a principal preocupação neste momento é o período de chuvas intensas, que favorece a proliferação do mosquito Aedes aegypti. Ele relatou que agentes têm encontrado larvas em diversos pontos da cidade, inclusive na região central e em imóveis abandonados.

“O ciclo do mosquito, do ovo ao adulto, leva cerca de sete dias. Por isso, pedimos que cada morador reserve 10 minutos por semana para verificar o quintal, limpar calhas, caixas d’água e recipientes que acumulam água”, reforçou.