“A luta continua todos os dias”, afirma Lívia Zuppani sobre a Lei Maria da Penha

Vereadora destaca avanços proporcionados pela legislação e afirma que combate à violência doméstica precisa ocorrer todos os dias

A Lei Maria da Penha completa, nesta sexta-feira, 7 de agosto, 20 anos de sua sanção, consolidada como um dos principais instrumentos brasileiros de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. A data foi lembrada pela vereadora Lívia Zuppani, que ressaltou a importância da legislação na proteção das vítimas e na mudança da forma como esse tipo de violência passou a ser tratado no país.

Em sua manifestação, Lívia definiu a criação da lei como um “divisor de águas” para as mulheres brasileiras, especialmente por ampliar mecanismos de proteção e dar maior visibilidade a situações que, durante muito tempo, permaneceram dentro dos lares e longe das autoridades.

A vereadora também destacou que a legislação contribuiu para dar coragem a milhares de mulheres para romper o silêncio e denunciar seus agressores. Para Lívia, proteção, dignidade e respeito são direitos que precisam ser assegurados a todas as mulheres.

Apesar dos avanços conquistados ao longo dessas duas décadas, ela lembrou que o enfrentamento à violência não pode se limitar a campanhas ou datas comemorativas. “A luta continua e não é apenas um dia, são todos os dias”, afirmou.

A manifestação reforça a necessidade de manter o tema permanentemente em debate, estimulando a denúncia, o acolhimento das vítimas e a atuação do poder público e da sociedade na prevenção de todas as formas de violência contra a mulher.

Como propostas para Taquaritinga, a vereadora defende três frentes: prevenção nas escolas e bairros, com educação sobre relacionamentos saudáveis; fortalecimento de uma rede de atendimento integrada entre Guarda Municipal, Saúde, Assistência Social e Delegacia, disponível a qualquer hora; e políticas de autonomia financeira, com qualificação profissional, microcrédito e apoio às mulheres que decidem romper com a violência.

“Nesses 20 anos a gente celebra a lei, mas também cobra. Cobra orçamento, cobra estrutura, cobra empatia de quem atende”,

fala de Lívia destaca especialmente proteção, visibilidade, coragem para denunciar e a necessidade de uma luta permanente contra a violência doméstica.afirmou.