Oficina de Ritmos Afro encerra atividades com apresentação para mais de 200 pessoas

Evento no Terreiro de Umbanda Caboclo Pena Azul destacou a influência africana na música brasileira e a importância dos tambores para as religiões de matriz africana

Na noite da última segunda-feira (10), o Terreiro de Umbanda Caboclo Pena Azul, reconhecido como Ponto de Cultura do município, recebeu a apresentação de encerramento da Oficina de Ritmos Afro, realizada ao longo dos últimos dois meses.

O encontro reuniu mais de 200 pessoas na sede do terreiro, localizada no bairro Conjunto Residencial Ipiranga – Talavasso, e marcou a conclusão de um período de aprendizado dedicado à história, aos ritmos e à força cultural dos tambores.

Durante a oficina, os participantes tiveram contato com a influência rítmica africana na formação da música brasileira, além de conhecerem mais profundamente o significado e a relevância dos instrumentos de percussão nas religiões de matriz africana.

A apresentação final levou ao público parte do conhecimento desenvolvido durante as atividades, transformando a noite em um momento de música, identidade, ancestralidade e valorização da cultura afro-brasileira.

O evento também contou com a presença do secretário municipal de Cultura, Jhonatas Fidelis, além de integrantes da comunidade, convidados e pessoas interessadas nas manifestações culturais de origem africana.

Segundo Anderson Fernandes, “mais do que o encerramento de uma oficina, a apresentação reforçou o papel dos Pontos de Cultura como espaços de preservação e difusão de saberes, tradições e expressões culturais”.

Entre tambores, história e espiritualidade, a noite foi marcada por ritmo, resistência, cultura e muito axé.