PodTudo recebe Dra. Karina Arioli em bate-papo marcado por emoção
Presidente da OAB Taquaritinga falou sobre infância, advocacia, gestão à frente da entidade e se emocionou ao recordar a tia Claudete

O PodTudo desta semana recebeu a presidente da 75ª Subseção da OAB de Taquaritinga, Dra. Karina Arioli Andregheto Pinotti, para uma conversa sobre vida, carreira, advocacia e os desafios de comandar a entidade.
Karina relembrou a infância e juventude em Jurupema, falou da influência familiar e contou como surgiu o interesse pelo Direito. A admiração pelo pai, ligado à vida política, e por profissionais que conheceu ainda jovem ajudou a despertar sua vocação para a área jurídica.
Formada em Direito, passou por uma fase de estudos em São Paulo, quando ainda sonhava com uma carreira no Ministério Público. Depois retornou à Taquaritinga e iniciou a advocacia, atividade que exerce há mais de duas décadas. Também destacou a importância do estudo constante e comentou o uso da Inteligência Artificial na advocacia, tema que, segundo ela, exige conhecimento e responsabilidade.
Ao falar sobre a OAB, Karina contou que nunca planejou chegar à presidência, mas que sua história dentro da entidade começou há muitos anos, passando por diferentes comissões. Hoje, diz encarar a função como realização pessoal e compromisso com a advocacia.

Ela também comentou decisões de gestão, entre elas a concentração das atividades da Subseção em uma única sede, medida tomada após orientação da Seccional e análise dos custos. Sobre o futuro, afirmou que, neste momento, não pretende disputar a reeleição e defendeu a renovação periódica nos cargos de direção.
O momento mais emocionante da entrevista ficou para o final. Karina falou sobre a recente morte da tia Claudete, a quem descreveu como uma segunda mãe, uma mulher forte, à frente de seu tempo e referência para toda a família. “Falar da tia Claudete é falar de uma mulher que me inspirou a vida inteira, que me motivou a vida inteira”, disse.
Visivelmente emocionada, lembrou ainda da ligação intensa entre Claudete e sua mãe e disse que, apesar da dor da perda, permanece o consolo de que ela partiu sem sofrimento e cercada por pessoas queridas.

