CURTO E GROSSO

QUASE 2 MILHÕES DE VOTOS

Causa espanto ouvir uma deputada que recebeu quase 2 milhões de votos afirmar que não existe feminicídio no Brasil. Num país marcado diariamente pela violência contra a mulher, uma declaração dessas, no mínimo, provoca perplexidade.

E EM TAQUARITINGA?

Por aqui, a parlamentar recebeu 2.703 votos. Fica a pergunta: quantos desses eleitores conheciam realmente suas posições? Difícil compreender como determinadas falas encontram respaldo justamente em uma sociedade que ainda luta para proteger suas mulheres.

ELAS DERAM O RECADO

Na contramão dessas declarações, Mulheres do Campo Progressista de Taquaritinga lançaram uma mobilização nas redes sociais. Em carta aberta, o grupo contesta a postura de Eduarda Campopiano e deixa uma mensagem direta: “Mulheres, nós decidiremos as eleições.”

DANÇA DAS CADEIRAS

Alexandre Rocha é o novo secretário da Fazenda. Já passou pelo Desenvolvimento Social, num curto espaço de tempo, e vinha ocupando cargo na Administração. Enquanto isso, segundo informações, Tadeu Giollo teria seguido para o SAAET. Na Prefeitura, parece que as peças apenas mudam de lugar.

CHAMA O ALEXANDRE

Alexandre lembra o famoso Severino, personagem de Chico Anysio: faltou alguém, chama o Severino. Competência ele tem, mas agora assume uma das pastas mais delicadas da administração, especialmente em plena crise financeira. Vai precisar ficar de olhos bem abertos.

QUASE R$ 3 MILHÕES

Ainda sobre as finanças da Prefeitura, o vereador Véio Modesto afirmou na tribuna que a dívida com a CPFL chega a quase R$ 3 milhões. O vereador levantou ainda a possibilidade de o débito estar relacionado aos problemas de iluminação pública. Será?

CHAMA O MÁGICO

Com tanta conta aparecendo, colocar as finanças municipais em ordem parece missão cada vez mais complicada. Do jeito que a coisa anda, talvez não baste trocar secretário. Vai ser preciso chamar um mágico para fazer dinheiro aparecer.

E O DECRETO?

O presidente da Câmara, Beto Girotto, marcou sessão solene em homenagem ao Dia dos Professores. Mas deixou de lado o “Professor Destaque do Ano”, previsto em decreto legislativo, no qual a escolha do homenageado parte da própria comunidade escolar.

QUEM ESCOLHE AGORA?

Na nova homenagem, os professores foram indicados pelos vereadores, e não pelas escolas, professores e alunos. A mudança tira da comunidade escolar o protagonismo da escolha e dá à homenagem um caráter político que antes não tinha. Uma pena.