Aluguel social: entenda como funciona o auxílio para famílias atingidas pela tempestade

Benefício temporário pode ajudar no pagamento de outra moradia quando a residência fica destruída, interditada ou sem condições de ocupação

Com os danos provocados pela tempestade, muitas famílias podem precisar deixar temporariamente suas casas. Nesses casos, uma das formas de atendimento é o chamado aluguel social ou auxílio-moradia.

O benefício não significa a entrega de uma casa nem o pagamento permanente do aluguel. Trata-se de uma ajuda financeira temporária destinada a famílias que ficaram desabrigadas ou precisaram sair do imóvel por risco à segurança, destruição parcial ou total e interdição determinada pelos órgãos responsáveis.

Normalmente, o primeiro passo é a vistoria da Defesa Civil. A equipe avalia as condições da residência e verifica se ela pode continuar ocupada. Depois, a família é encaminhada à Assistência Social, que realiza o cadastramento e a análise da situação socioeconômica.

No Estado de São Paulo, o Auxílio Moradia pode atender vítimas de emergência ou calamidade reconhecida pela Defesa Civil, desde que a família seja indicada pelo município e comprove que residia no imóvel atingido. Também existem critérios relacionados à propriedade de outros imóveis e à composição familiar.

As famílias que tiveram a residência destruída, destelhada, interditada ou considerada insegura devem procurar a Assistência Social do município ou aguardar as equipes que estão realizando os levantamentos nas áreas afetadas. Benefícios emergenciais são solicitados diretamente nos serviços municipais de assistência social e dependem de avaliação técnica.

O aluguel social é uma proteção provisória: garante abrigo enquanto a família busca condições de retornar para casa ou encontrar uma solução habitacional mais segura.

Foto de capa: G1