CURTO E GROSSO

ERA PRA SER ASSIM

O prefeito Fúlvio anunciou que a UPA 24h “Wilson Rodrigues” passará a atender apenas casos de urgência e emergência. Os médicos, que estão sem receber desde abril, decidiram restringir os atendimentos. A situação dos pagamentos é grave e precisa ser resolvida. Mas há uma questão que não pode ser ignorada: UPA é justamente para urgência e emergência. Casos que não se enquadram nessas situações deveriam ser atendidos pela rede de atenção básica.

O CAMINHO DAS PEDRAS

Está passando dos limites da normalidade o número de furtos de fios na cidade. Em muitos casos, esse tipo de crime está relacionado à busca por dinheiro rápido para sustentar o consumo de drogas. Mas existe uma pergunta que precisa ser feita: quem compra esse material? Se há tantos furtos, certamente existe mercado para o produto. Fiscalizar ferros-velhos, depósitos e possíveis receptadores pode ser um dos caminhos mais eficientes. Afinal, sem ninguém compra, diminui o interesse de quem furta.

CADÊ A PLACA?

No Centro Cultural São Pedro, logo no hall de entrada, havia uma placa que já não está mais por lá. A placa fazia referência a Vanderlei Mársico e aos vereadores da época da reforma. Hoje, não está mais lá. Se foi retirada para manutenção ou por algum outro motivo, seria importante que voltasse ao seu lugar. A história de um prédio público não começa a cada nova gestão.

A PLACA SUMIU

Falando em placas, há algum tempo caiu a placa de inauguração da Praça Guilherme José Franco. Ao passar pelo local, encontrei-a no chão. Fiz minha parte como cidadão: levei a placa até a Prefeitura e a entreguei na portaria de entrada de veículos. Pedi ao servidor que a encaminhasse ao secretário de Serviços Gerais para que fosse recolocada. O final vocês já devem imaginar: até hoje, nada de placa.

INTRANSITÁVEL

Os buracos existentes no entorno da Praça Guilherme José Franco estão tornando alguns trechos praticamente intransitáveis. Normalmente evito escrever sobre algo que também possa me beneficiar diretamente, mas não moro sozinho naquele local. Há vários vizinhos enfrentando o mesmo problema diariamente. E fica o aviso: tapa-buraco já não resolve mais. É necessário recapeamento. Estamos falando de uma região onde os moradores pagam um dos IPTUs mais caros da cidade.

FALTOU PROVA MAIS CONSISTENTE

Falando em buracos, outro dia caí em uma verdadeira cratera e, como consequência, tive um pneu rasgado. Protocolei na Prefeitura um pedido de ressarcimento e apresentei a documentação solicitada. A resposta? Pedido indeferido, sob a justificativa de que não ficou comprovada a omissão do Município. Pelo visto, para conseguir o ressarcimento, além da foto do buraco, do prejuízo e dos documentos, talvez seja necessário apresentar também uma testemunha dizendo que a cratera realmente estava lá. Ou então devemos concluir que, para o jurídico da Prefeitura, a nossa malha viária está uma maravilha.