Tapa-buracos é paliativo e cidade precisaria de até R$ 20 milhões para recape, diz Tato Nunes
Em entrevista à Rádio Cidade FM 92.9, ex-prefeito e proprietário da Nova Estradas afirma que 70% das ruas de Taquaritinga precisam de recapeamento

O ex-prefeito de Taquaritinga e proprietário da empresa Nova Estradas, Tato Nunes, afirmou em entrevista à Rádio Cidade FM 92.9, ao radialista Clóvis Hipólito, que a operação tapa-buracos realizada no município é apenas uma solução paliativa diante das condições da malha viária da cidade. Segundo ele, cerca de 70% das ruas e avenidas precisariam de recapeamento completo para resolver definitivamente o problema.
Durante conversa com o radialista Clóvis Hipólito, Tato explicou que a empresa está priorizando os pontos mais críticos e que, após essa etapa, outros bairros e avenidas serão atendidos gradativamente. Entre os locais mais reclamados pela população estão Vila Fucci, Maria Luiza, Cecap e Avenida Arêa Leão.

“O tapa-buraco é um paliativo. Em muitos casos, o pavimento já está comprometido estruturalmente. Você tapa um buraco e logo surge outro ao lado”, afirmou Tato Nunes.
Tato destacou ainda que um programa amplo de recuperação asfáltica exigiria investimentos de aproximadamente R$ 20 milhões. Segundo seus cálculos, esse valor permitiria recapear cerca de 50 quilômetros de ruas e avenidas, o que representaria “um avanço fantástico” para a cidade.
Ele também comentou que parte da arrecadação do IPVA poderia ser destinada à recuperação viária. “Se metade da arrecadação fosse investida nisso, Taquaritinga estaria em situação muito melhor”, declarou.

Sobre a Avenida Arêa Leão, uma das vias mais criticadas pelos motoristas devido ao intenso fluxo de veículos e caminhões, Tato informou que o serviço deverá começar nas próximas semanas. “Ali precisa de um trabalho mais pesado, com fresadora e recuperação adequada. Não adianta fazer um serviço superficial”, explicou.
O empresário também rebateu críticas sobre a demora dos trabalhos e afirmou que a empresa executa um serviço “bem feito e duradouro”, evitando apenas jogar massa asfáltica sem preparação adequada.

